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Gestão Fiscal

Empreender é um ato nobre e que contribui com a economia de um País. Empreender gera emprego, motiva pessoas, contribui com o crescimento do PIB, aumenta seus rendimentos pessoais, entre inúmeros outros benefícios. Na prática, quando vamos abrir uma empresa, precisamos nos atentar não apenas ao investimento inicial, mas em toda a parte jurídica do negócio, como juros, contratos, documentos, nomes etc.. Mas nada de desânimo, nada é impossível. Empreender é bom e você está no caminho certo!

 

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Nem todo mundo que sonha em trabalhar para si mesmo tem conhecimento de finanças ou como administrar uma empresa. Mas com a ajuda de um especialista e de uma boa ferramenta de gestão, você pode gerenciar seus documentos de maneira simples, fácil e rápida”.

 

Para os micro e pequenos empreendedores que não contam com grande suporte operacional e de mão de obra, estar atento a todas as mudanças da legislação não é uma tarefa simples, mas necessária. Estar em conformidade com a lei fiscal é uma obrigação legal e deve ser seguida por todos os empresários.

 

Graças ao avanço da tecnologia, gerenciar todos os documentos fiscais eletrônicos ficou acessível, prático e barato. O sistema de gestão myrp permite que a sua empresa esteja legal e você consiga acompanhar e se atualizar de todas as novidades fiscais.

 

 

Melhore sua vantagem competitiva

 

Para formar preço, além de analisar a concorrência e quanto o seu consumidor está disposto a pagar, é preciso contabilizar os custos e os tributos. Com isso é mais fácil.

 

Como pessoas físicas, nós temos que pagar impostos, e como pessoa jurídica também. As empresas pagam tributos que incidem sobre as notas fiscais que a sua empresa emite. São elas:

 

– Programa de Integração Social (PIS),

 

– Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS),

 

– Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ),

 

– Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL),

 

– Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI) e que é pago pelas indústrias/fabricantes,

 

– Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que só é pago por quem vende mercadorias e produtos,

 

– E o ISS, que é o Imposto sobre os Serviços, que só é pago pelos prestadores de serviços.

 

PIS, COFINS, IRPJ e CSLL incidem sobre todas as operações.

 

Para resumir, se a sua empresa atua com todos estes serviços, seja indústria, comércio e prestação de serviços, são estes os impostos que incidem sobre o seu faturamento. Já nas vendas que você fizer dos produtos industrializados, você paga IPI e ICMS. Nas vendas feitas de mercadorias, você paga o ICMS. Já nas operações de prestação de serviço, paga apenas o ISS.

 

Há também os encargos, que são aqueles pagos em cima da remuneração dos funcionários da sua empresa, que são o INSS e o FGTS.

 

Para cada sistema tributário, como o Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real existem regras específicas para o cálculo destes impostos.

 

A melhor maneira de definir o melhor sistema de tributação, é com a ajuda de um especialista. Ele poderá te orientar corretamente se baseando nos cálculos exatos da sua empresa. Vamos entender como funcionam estes sistemas:

 

Lucro Real

 

É um regime tributário que incide sobre o lucro apurado da empresa e é obrigatório para empresas cuja receita bruta é acima de R$78 milhões. Vamos explicar de maneira fácil e resumida para você entender como funciona este tipo de tributação. Mas vale reforçar que contar com a ajuda de um contador te ajuda a tomar a melhor decisão.

 

  • – Neste sistema tributário, o PIS corresponde a 1,65% sobre o “valor agregado”. Por exemplo, você compra um produto por R$10 e vende por R$15, esta diferença é o que nós exemplificamos de valor agregado. Você, então, pagará R$1,65 sobre este valor agregado.

 

  • – O COFINS corresponde a 7,6% sobre o valor, na mesma lógica do PIS.

 

  • – Já o IRPJ incide em 15% ou 25% sobre o lucro apurado. Para saber a porcentagem que deve ser paga, você precisa saber exatamente quanto a sua empresa lucrou naquele mês. Para isso, contar com uma boa ferramenta de gestão é fundamental. Se a parcela do lucro estiver até R$20 mil reais, você pagará 15%, e a parcela que exceder este valor, pagará 25%.

 

Exemplo:

 

Se em um mês a sua empresa teve um lucro de R$35 mil, você pagará 15% sobre os R$20 mil, e pagará os outros 25% sobre o excesso, ou seja, os outros R$15 mil.

 

O cálculo seria:

 

R$20.000 x 15% + R$ 15.000 x 25%

 

  • Na CSLL o cálculo é mais simples. É apenas você os 9% sobre o lucro apurado.

 

  • O IPI sempre vai depender do produto final. Mas para calculá-lo, você precisa enquadrá-lo na tabela de incidência deste imposto e calcular de acordo com as alíquotas do seu serviço. Como ele não é cumulativo, você paga o IPI da saída do produto e deduz deste valor o que você gastou para a compra de materiais para a fabricação deste produto.

 

  • O ICMS varia de um estado para outro, da origem para o destino. Este tributo também não é cumulativo e você paga a alíquota. Em São Paulo, por exemplo, é 18% sobre o valor agregado.

 

  • No ISS você paga de 2% a 5% que varia de acordo com o tipo de serviço que você presta e de acordo com a cidade cujo serviço é prestado.

 

  • Um encargo que também não deve ser deixado de lado no Lucro Real é o INSS, que pode ser maior ou menor que 28% sobre as remunerações.

 

  • O FGTS corresponde 8% sobre a remuneração dos seus funcionários.

 

Tudo isso é somado, então, e você terá pago os tributos e sua empresa está legal com o leão.

 

A sua empresa ainda pode escolher como vai pagar o Lucro Real. Há duas opções: Anual e Trimestral:

 

Lucro Real Anual – Há muitas dúvidas sobre este sistema. Teoricamente você paga em uma única parcela ao governo, mas é preciso computar e adiantar, Imposto de Renda e Contribuição Social ao governo.

 

Lucro Real Trimestral – A cada três meses, você paga o CSLL e o IRPJ apurado no final isolado de cada trimestre. A partir do seu DRE trimestral, encontra seu lucro tributável e paga o imposto sobre o lucro deste período.

 

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Lucro Presumido

 

Se enquadram as empresas com faturamento de até R$78 milhões. Agora que você já sabe quais impostos fazem parte da lista de tributos, vamos falar de cada um deles.

 

  • PIS: 0,65% sobre o faturamento bruto.

 

  • COFINS: 3% sobre o faturamento bruto.

 

  • CLSS: Ela tributa de maneira diferente as receitas de vendas e serviços. 1,08% incide sobre as vendas. 2,88% incide sobre os serviços.

 

  • IRPJ: Também calcula de maneira diferente. 1,2% sobre o faturamento das vendas e 4,8% sobre o faturamento dos serviços.

 

  • IPI: As alíquotas variam de acordo com o produto fabricado, de acordo com a tabela deste tributo.

 

  • ICMS: varia de um estado para outro, da origem para o destino. Este tributo também não é cumulativo e você paga a alíquota. Em São Paulo, por exemplo, é 18% sobre o valor agregado.

 

  • ISS: Varia de 2% a 5% de acordo com o tipo de serviço que você presta e de acordo com a cidade cujo serviço é prestado.

 

  • Um encargo que também não deve ser deixado de lado no Lucro Real é o INSS, que pode ser maior ou menor que 28% sobre as remunerações.

 

  • O FGTS corresponde 8% sobre a remuneração dos seus funcionários.

 

Como regra geral, mas lembre-se que há exceções, quanto maior for seu lucro bruto, o Lucro Presumido tende a ser melhor.

 

  • Simples Nacional

 

As microempresas cujo faturamento é de até R$240 mil e as pequenas empresas com faturamento de até R$2,4 milhões anual se enquadram nesta categoria. Para tanto, estas empresas devem estar na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) como indústrias, comércios e alguns serviços não técnicos.

 

No início deste texto já explicamos quais os principais impostos que as empresas pagam. Todos estes impostos, exceto o FGTS são recolhidos em uma única guia, ou seja, apenas o FGTS é recolhido separadamente.

 

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As taxas do Simples Nacional variam de acordo com segmento da sua empresa:

 

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É importante que a sua contabilidade esteja sempre por dentro das atualizações fiscais. Assim, sua empresa permanece legal e seus clientes confiarão em você.

 

A melhor maneira de descobrir qual o sistema de tributo ideal a sua empresa é fazendo os cálculos e, para isso, você pode contar com a nossa ajuda!

 

Conheça o nosso software de gestão, é fácil, barato e você pode acessar de onde quiser!

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